Governo Sombra

Eles querem, podem, mas não mandam! Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares - num programa moderado por Carlos Vaz Marques - são o Governo Sombra. Um governo que não decide. Uma equipa ministerial sem consenso. Um conselho de ministros que convive bem com as fugas de informação. Semanalmente, passam a atualidade em revista, examinam à lupa os dossiês, interpelam os protagonistas sem rodeios.
Domingo, depois das 11h00.

Ricardo Araújo Pereira não será candidato à presidência do Benfica

O único interesse que RAP tem no Benfica é "que o Benfica ganhe".

A renúncia de Luís Filipe Vieira aos cargos de presidente das direções do Benfica e da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) do Benfica, na sequência da acusação e detenção por suspeitas de crimes de burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento de capitais, no âmbito da "Operação Cartão Vermelho", foi tema no Governo Sombra desta semana.

Benfiquista ferrenho, Ricardo Araújo Pereira garantiu no programa que não será candidato à presidência do clube, garantindo que o único interesse que tem no Benfica é "que o Benfica ganhe".

O humorista não se mostrou surpreendido com a rapidez com que a direção deixou cair o antigo presidente, e espera a mesma "agilidade e argúcia" no mercado de transferências e na recandidatura em futuras eleições, para a qual a atual direção terá de fazer um "número de equilibrismo" ao apresentar-se como solução de continuidade demarcando-se ainda assim de Luís Filipe Vieira.

Ricardo Araújo Pereira trouxe ainda ao programa a história dos lemas dos mais recentes dirigentes do clube: o Sr. João Santos era "Por um Benfica europeu", o Sr. Manuel Vilarinho era "Salvar o Benfica enquanto é tempo" e o Vieira é "Porque o Salgado quer", referindo-se às declarações de Luís Filipe Vieira durante os interrogatórios da Operação Cartão Vermelho, conduzidos pelo juiz Carlos Alexandre.

A emissão completa do Governo Sombra, para ver ou ouvir, sempre em tsf.pt.

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