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Ataque ao Facebook. Veja se está entre os dois milhões de portugueses afetados

Numa semana em que fomos recordados que 533 milhões de utilizadores do Facebook viram os seus dados pessoais roubados em 2019, há a confirmação de mais um ataque. Desta vez ao Linkedin. Veja o que pode fazer.

A rede social LinkedIn admitiu esta sexta-feira ter sido alvo de um ataque. A base de dados com a informação obtida já se encontra à venda na internet. Em comunicado o LinkedIn alega que não se pode falar em ataque uma vez que a informação que foi obtida já era, de uma forma ou de outra, acessível pelos seus utilizadores.

Independentemente de "tecnicamente" ser um ataque, ou uma colheita de informação, o que é certo é que entre o que foi levado estão dados como: nomes completos dos utilizadores, endereços de email, números de telefone, informações relacionadas com a situação laboral, ligações nas redes sociais e outras.

Não se sabe se esta recolha de dados aconteceu recentemente ou se tem algum tempo. Estima-se que pertencem a 500 milhões de utilizadores.

O caso do Facebook é um pouco diferente e é pior. Entre a informação recolhida pelos atacantes, não estão palavras-passe, mas os dados são sensíveis: números de telefone, emails e nomes completos, por exemplo. São informações que que podem ser utilizadas em esquemas de phishing e também de burlas online, enviando mensagens para os números de telemóveis das vítimas.

O ataque aconteceu em 2019. De então para cá os dados estiveram à venda, mas isso acabou. Esta semana, a base de dados foi disponibilizada online, gratuitamente e está acessível a quem entender. Entre as mais de 530 milhões de vítimas estarão mais de dois milhões de portugueses.

Veja no vídeo acima como pode ficar a saber se os seus dados estão entre aqueles que foram roubados e também o que fazer para de futuro evitar ser vítima de esquemas como este.

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