Olhe que não

Recuperando para lema a frase que marcou o mais histórico debate da televisão em Portugal, entre Mário Soares e Álvaro Cunhal, Olhe que não traz à TSF visões e opiniões contraditórias em temas como Saúde, Justiça, Educação, Consumo, Segurança, Emprego, Ambiente.
À quarta-feira, depois das 19h00, com Pedro Pinheiro

O Orçamento do Estado deve incluir uma taxa sobre as celuloses?

É uma das incógnitas sobre o Orçamento do Estado que será aprovado, na próxima semana, pela assembleia da república: saber se, depois do esquecimento manifestado pelo ministro do ambiente, o parlamento terá votos suficientes para aprovar uma taxa sobre quem tem na floresta a sua matéria-prima.

Trata-se de uma contribuição especial a ser cobrada a quem utiliza, na sua atividade económica, e de forma intensiva, recursos florestais. E dinheiro esse que será depois aplicado na conservação da floresta, nomeadamente no apoio ao desenvolvimento de espécies de crescimento lento.

Os convidados da edição deste semana do programa "Olhe que Não", dois deputados, conhecem bastante bem este setor, o deve e haver da floresta portuguesa, e não podiam ter opiniões mais divergentes.

Ricardo Vicente, do Bloco de Esquerda (BE), é engenheiro agrónomo, pós-graduado em alterações climáticas e defende a criação desta taxa. Foi de resto o BE quem formalizou esta proposta de alteração ao orçamento.

Já Ascenso Simões discorda desta contribuição especial e, mesmo que o PS a apoie, votará contra, quebrando a disciplina de voto. Deputado socialista, Ascenso Simões foi secretário de estado da administração interna, da proteção civil e, mais recentemente, das florestas.

"Olhe que Não" é um programa de Pedro Pinheiro, com sonoplastia de José Manuel Cabo.

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