Olhe que não

Recuperando para lema a frase que marcou o mais histórico debate da televisão em Portugal, entre Mário Soares e Álvaro Cunhal, Olhe que não traz à TSF visões e opiniões contraditórias em temas como Saúde, Justiça, Educação, Consumo, Segurança, Emprego, Ambiente. A moderação é de Pedro Pinheiro.

Ser ou não ser feminista

Portugal precisa de feministas? Porque é que, cem anos depois do movimento ter surgido, ainda faz sentido erguer essa bandeira? Ou o feminismo é antes um movimento anacrónico, sem cabimento na sociedade de hoje e que poderá até ser contraproducente na luta pelos direitos das mulheres?

Este não é um debate sobre a justiça de uma sociedade que ofereça a todos e a todas as mesmas oportunidades. Não é um frente-a-frente sobre um dos princípios elementares da constituição portuguesa. Porque, nesta troca de argumentos, há um ponto comum: a crença numa sociedade que não discrimina em função do género, consagrando a todas e a todos os mesmos direitos.

As protagonistas desta edição do programa "Olhe que Não" estão pois do mesmo lado quando se trata de defender e lutar pelos direitos das mulheres. Só divergem na forma como entendem que esse combate deve ser conduzido, como se assumem perante a sociedade. Uma sob a bandeira do feminismo, a outra não se identificando com o movimento.

"Olhe que Não". Episódio 12. Com Ana Sofia Fernandes, feminista, presidente da Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres e vice-presidente do Lobby Europeu das Mulheres. E Ana Torres, não-feminista, lidera o cluster de doenças raras da Pfizer na Europa e preside à PWN Lisbon, o braço português da Professional Women's Network.

"Olhe que Não", um programa de Pedro Pinheiro, com sonoplastia de Catarina Coimbra.

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