O ónus e o bónus

Os sinais desta terça-feira, por Fernando Alves.

Quando, do interior do edifício democrático, uma voz credenciada coloca a questão do mando, está deslocando o azimute da acção política do plano em que ele deve estar contido. E esse é o plano da delegação e da representação.

Somos a nossa linguagem e devemos cuidar dela, mais ainda quando nos pronunciamos em representação de tantos. Esse cuidado pode chegar às aparentes minudências. Não é a mesma coisa dizer "vou enviar-te uma sms" ou dizer "vou mandar-te uma sms". A diferença é subliminar. Mas não levar em conta essa diferença é o mesmo que tomar como divisa a expressão "manda quem pode".

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