TSF Pais e Filhos

Como a intuição não chega e eles não nascem com livro de instruções, a TSF propõe um programa para partilhar ideias, conselhos de quem sabe (desde os conselhos técnicos de pediatras e psicólogos, aos conselhos de pais), propostas de lazer, de brincadeiras, de passeios e reportagem. Sem nunca deixar de responder às dúvidas dos pais, vamos também ouvir os filhos. Com coordenação de Rita Costa e sonoplastia de Miguel Silva.
De segunda a sexta, às 08h40 e 16h40

O diagnóstico pré-natal revelou uma cardiopatia?

Na maioria das vezes não há razão para alarme. É o que garante a cardiologista pediátrica Maria Ana Sampaio.

"Hoje a maioria das cardiopatias é tratável e, portanto, quando se faz um diagnóstico pré-natal, determinadas cardiopatias, inclusivamente algumas complexas, são muitas das vezes possíveis de tratar, e as crianças ficam muito bem", assegura.

Maria Ana Sampaio defende que o importante é aconselhar muito bem os pais relativamente ao tipo de cardiopatia e ao prognóstico dessa cardiopatia. "Por exemplo, nas transposições simples das grandes artérias, que são o tipo de cardiopatia mais frequente nos últimos anos, graças a uma técnica cirúrgica que foi inventada por um brasileiro, o doutor Jatene, as crianças ficam praticamente curadas."

Estas intervenções devem ocorrer no primeiro mês de vida, e a cardiologista reconhece que, quando se diz aos pais que os bebés têm de ser operados no primeiro mês de vida, a reação é quase sempre de apreensão. Por isso, deixa-lhes uma mensagem: "Atualmente há grupos multidisciplinares, altamente diferenciados e que conseguem ter muito bons resultados nestas patologias." Hoje em dia, a maioria das crianças que nascem com cardiopatias conseguem ter uma qualidade de vida muito próxima do normal ou mesmo normal.

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de

Outros Artigos Recomendados