TSF Pais e Filhos

Como a intuição não chega e eles não nascem com livro de instruções, a TSF propõe um programa para partilhar ideias, conselhos de quem sabe (desde os conselhos técnicos de pediatras e psicólogos, aos conselhos de pais), propostas de lazer, de brincadeiras, de passeios e reportagem. Sem nunca deixar de responder às dúvidas dos pais, vamos também ouvir os filhos. Com coordenação de Rita Costa e sonoplastia de Miguel Silva.
De segunda a sexta, às 08h40 e 16h40

O seu filho está na fase das cambalhotas? Vigie

"Olha as costas! Cuidado com a coluna. Enrola bem a cabeça." Se calhar já deu por si a dizer alguma destas coisas ao seu filho quando ele desatou a dar cambalhotas. Fomos saber em que medida uma cambalhota constitui um risco para a coluna e o que se deve fazer para evitar traumatismos.

"Cada vez que existe uma atividade física, quer seja recreativa, quer seja desportiva, há que ter sempre a noção que pode haver uma lesão. Podemos lesionar-nos a correr com ruturas musculares ou nos ligamentos, como podemos magoar-nos quando fazemos alguma atividade mais exigente. O fundamental é que o exercício seja acompanhado por alguém que sabe fazer os exercícios corretamente", afirma o neurocirurgião Miguel Casimiro.

Se as cambalhotas forem feitas de maneira correta, não constituem qualquer risco por si só para a coluna vertebral, já que a coluna é móvel e flexível e permite este tipo de exercícios, mas é importante que seja feita corretamente

"Desde que haja um monitor a acompanhar corretamente não há qualquer risco para a coluna vertebral", assegura Miguel Casimiro.

As cambalhotas ajudam no desenvolvimento da força muscular, da coordenação e da flexibilidade, mas devem respeitar regras. Colocar as mãos afastadas no chão e encostar o queixo ao peito. Depois é só dar o impulso. Quando as crianças são mais pequenas é importante ajudar.

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