Vozes da Hemofilia

Durante o mês de novembro, na TSF falamos de hemofilia, uma doença que, em Portugal, tem cerca de mil pessoas afetadas. Num minuto de rádio falamos da história da doença e das curiosidades em torno dela. Ouvimos testemunhos de quem vive com a doença, falamos do papel dos médicos e o que pode fazer o SNS pelos hemofílicos.
Para ouvir, de segunda a sexta, antes das 08h00, durante o mês de novembro.

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A importância da abordagem multidisciplinar na hemofilia

Catarina Catarino explica-lhe tudo sobre a hemofilia.

Quem tem hemofilia é acompanhado por um médico especializado em doenças do sangue, um hematologista. Estes especialistas fazem o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento do paciente.

Catarina Catarino pertence ao Centro Referência de Coagulopatia Congénitas do serviço de Imuno-hemoterapia do Hospital de Santa Maria.

"Dar-lhes o tratamento para lhes parar a hemorragia ou prevenir hemorragias é a minha função", diz a médica.

No entanto, o doente com hemofilia não depende apenas do hematologista. Perante outros problemas, o doente precisa de uma abordagem médica multidisciplinar.

"Um hemofílico pode ter de ser operado, por isso definimos os centros de referência", ou seja, há cinco hospitais onde existem todas as especialidades. "Normalmente eles fazem muitas hemorragias, por isso eu tenho alguém na fisiatria que faz as ecografias das articulações, para ver se aquela articulação está normal; se eles têm uma apendicite tenho os colegas da pediatria que operam o menino depois de eu dar o tratamento; tenho os colegas da ortopedia que têm, às vezes, de fazer próteses", por exemplo.

A abordagem multidisciplinar da hemofilia pretende não só a prevenção e o tratamento, mas também a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar físico, mental e emocional do doente.

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