Tabelas periódicas humanas dão vida a um sonho com 150 anos

Esta terça-feira arranca o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos.

No ano em que se assinalam 150 anos da primeira versão da tabela periódica concebida pelo cientista russo Dmitri Mendeleev, 118 em que alunos, professores e outros membros da comunidade escolar de vários países transformam-se esta terça-feira nos 118 elementos químicos.

Esta manhã vão formar-se tabelas periódicas humanas em Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Aveiro, Vila Real, Évora, Tomar, Funchal, Covilhã e Faro.

O objetivo é destacar o papel da química na humanidade e mostrar como pode o caos de muitas pessoas juntas transformar-se em organização, tal como Mendeleev sonhou.

No Facebook, o presidente da câmara do Porto, Rui Moreira, partilhou imagens da manhã nos Aliados:

Na terça-feira começa oficialmente aquele que foi declarado pelas Nações Unidas o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos.

A tabela periódica tem 118 elementos químicos, dispostos em colunas segundo o seu número atómico, que define as propriedades químicas, e já não é igual à criada por Dmitri Mendeleev. Foi atualizada em 2016 com a introdução de quatro novos elementos obtidos em experiências: nipónio, moscóvio, tenesso e oganésson.

A cerimónia de abertura do Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos decorre na terça-feira, na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em Paris, com intervenções do químico holandês Ben Feringa, Prémio Nobel da Química em 2016 e sócio honorário da Sociedade Portuguesa de Química, e do físico nuclear russo Yuri Oganessian, pioneiro na descoberta dos elementos químicos mais pesados. O elemento 118, o último da tabela periódica que foi sintetizado em laboratório pela primeira vez em 2002, chama-se oganésson em sua homenagem.

LER MAIS: A tabela periódica é "o código de toda a matéria do universo"

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