Contratos de associação. CDS que saber "se o Estado é pessoa de bem"

O grupo parlamentar do CDS-PP vai interpelar o Governo para fazer um balanço de toda a política educativa do executivo de António Costa. Os contratos de associação são um dos temas em cima da mesa.

Com o aproximar do final do ano letivo e num momento em que se adensa a polémica sobre os contratos de associação e o financiamento dos colégios privados, o grupo parlamentar do CDS-PP vai interpelar o Governo no próximo dia 19 de maio.

O CDS-PP já tinha anunciado a data da interpelação, mas só esta manhã revelou o tema com o qual quer confrontar o Governo.

Durante o anúncio, Nuno Magalhães, líder da bancada centrista voltou a abordar o tema dos contratos de associação, para dizer que o CDS espera que Governo seja pessoa de bem e que cumpra os contratos assinados até ao fim.

"Não nos parece nem legítimo nem democrático nem aceitável que o Estado se comporte não como uma pessoa de bem mas como alguém que rasga contratos", afirmou Nuno Magalhães acrescentando que o CDS discorda "da opção ideológica do Governo que, pelos vistos, faz do setor privado o seu principal inimigo".

Nuno Magalhães declara que "a questão é saber se o Estado é pessoa de bem"

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Terminados os contratos, diz Nuno Magalhães, o Ministério da Educação e o Governo são livres da opção a tomar em relação à renovação de contratos de financiamento a colégios particulares.

Nuno Magalhães considera que Educação tem sido a área mais fraca e com maior marca ideológica.

O líder da bancada centrista diz que o CDS vai apresentar em breve várias medidas para a Educação

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O líder parlamentar não concretiza, mas garante que o partido vai avançar em breve com iniciativas legislativas destinadas à Educação.

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