Diretores de escolas falam em "ansiedade e incerteza" sobre novo ano letivo

O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas pede ao Governo que explique o que vai acontecer depois dos contratos dos funcionários das escolas terminarem.

O Diário de Notícias e o Jornal de Notícias avançam, esta sexta-feira, que cerca de 6 mil funcionários com contratos que terminam a 31 de agosto ainda não têm qualquer informação sobre os concursos do programa de regularização dos precários do Estado.

Em declarações à TSF, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, revelou que há muita ansiedade nas escolas em relação à integração dos trabalhadores precários e que, neste caso, a ausência de informação não é benéfica.

Filinto Lima confessa que há muita incerteza quanto à preparação do próximo ano letivo. "O final do ano letivo está à porta. Estamos já a preparar o próximo ano letivo e, neste momento, não sabemos com quem vamos contar", disse o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, que fala em atrasos no processo de integração dos funcionários dos quadros.

Cerca de 6 mil funcionários das escolas permanecem sem saber se entrarão nos quadros do Ministério da Educação. Para já, os trabalhadores não-docentes têm marcada uma greve para o dia 4 de maio contra a precariedade e a falta de pessoal.

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