Escola de Carcavelos poderá não abrir para o segundo período

A Parque Escolar, a empresa encarregue de renovar ensinos escolares e que é acusada de ignorar a escola, diz que o principal problema, a eletricidade, será resolvido no início do próximo ano.

Não há memória de um alerta destes, numa escola com quase 1900 alunos. Em Carcavelos, a Escola Básica e Secundária, que é uma das maiores do país, poderá não abrir para o segundo período, conta o jornal i.

O diretor da escola, Adelino Calado, assume a decisão por falhas graves de segurança, por exemplo na eletricidade e no ar condicionado, e uma fatura milionária da Parque Escolar, a empresa criada para renovar as escolas de todo o país.

Adelino Calado explica que o problema se arrasta há quase um ano e que, desde janeiro, a escola tem enviado alertas para o Ministério da Educação e para a Parque Escolar, mas só esta sexta-feira a empresa vai visitar as instalações da escola.

Por sua vez, e em resposta enviada à TSF, a Parque Escolar garante que o fornecimento de eletricidade está garantido no início do próximo ano. A empresa esclarece que o concurso para a terceira fase da intervenção chegou a estar na fase final, mas uma contestação judicial travou o processo.

Desde março que todas as intervenções na escola são feitas a título extraordinário e urgente, como aconteceu com a central de deteção de gás e a colocação de redes antipombos.

Nesta resposta escrita, a Parque Escolar garante que tem mantido a Direção da Escola informada de todos os impedimentos.

A Escola Básica e Secundária de Carcavelos tem 1900 alunos entre o 7º e 12º anos. Na escola trabalham 170 professores e 30 funcionários administrativos.

Em declarações ao jornal I, a Associação Nacional dos Dirigentes Escolares adianta que todas as escolas onde a Parque Escolar é responsável pela manutenção estão no limite, com vários problemas que continuam à espera de resposta.

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