Ano lectivo arranca sem 'dramas' com a colocação de professores

Oficialmente, começa esta terça-feira o ano letivo mas as escolas ainda têm mais uma semana para começar as aulas. O arranque promete ser mais pacífico, com a colocação de professores a correr bem.

O início do ano letivo é oficialmente a partir desta terça-feira, embora a maior parte das escolas opte por abrir portas mais tarde, tendo até segunda-feira da próxima semana para o fazer.

O Ministério da Educação definiu o calendário escolar e dando liberdade para escolher o início das aulas entre os dias 15 e 21.

No entanto, de acordo Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), a maior parte das escolas começa as aulas mais perto do final da semana ou na próxima, para garantir que os alunos têm todos os professores.

Depois de, no ano passado, o ano letivo ter sido marcado por atrasos na colocação de docentes, com milhares de alunos mais de um mês sem professores, este ano, segundo os diretores escolares, a colocação decorreu "anormalmente bem".

Ouvido pela TSF, Filinto Lima, vice-presidente da Associação nacional de diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), saúda esse facto. "Os professores estão a chegar a tempo e horas às escolas. O único problema são as substituições", uma pequena fração do total de colocações, disse Filinto Lima.

Filinto Lima fala sobre a colocação de professores que correu bem

00:0000:00

Quanto aos funcionários auxiliares, o processo foi mais demorado, explica aquele responsável, mas mesmo assim terá ficado pronto a tempo de cumprir os prazos.

Filinto Lima fala do processo de colocação de funcionários auxiliares

00:0000:00

A partir do dia 21 de setembro serão mais de 1,2 milhões de alunos no novo ano letivo, em quase seis mil escolas da rede de ensino público.

Um ano em que pela primeira vez os mais novos terão todos de aprender inglês, e que poderão também ter aulas de Latim e Grego, graças a um novo projeto de Introdução à Cultura e Línguas Clássicas.

Já no ensino secundário, cerca de 400 alunos do 10.º ano dos cursos Científico-Humanísticos de 21 escolas vão poder aprender Mandarim, que até agora existia pontualmente numa ou em outra escola.

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de