Homossexuais já podem dar sangue

A nova norma da Direção-Geral de Saúde deixa de falar em "homens que têm sexo com homens".

Era uma reivindicação antiga das associações LGBT e o anterior Governo já tinha pedido à Direção geral de Saúde que elaborasse uma norma em que os dadores não fossem discriminados.

Na norma agora publicada, a discriminação relativa a homossexuais e bissexuais termina.

Todos os homens e mulheres, para poderem dar sangue, devem esperar 6 meses desde a última vez que tiveram contactos sexuais com um parceiro novo.

Já com um período de suspensão de 12 meses ficam os dadores que tenham tido relações sexuais com pessoas com sida, hepatite B ou C ou com pessoas que pertençam a subpopulações com risco infeccioso acrescido.

Ainda com uma janela de prevenção de 1 ano encontram-se dadores que tenham tido relações sexuais ou com pessoas originárias de países com epidemia generalizada de infecção por VIH, onde se incluem Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.

Na norma agora publicada, os trabalhadores do sexo continuam proibidos de dar sangue.

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