António Peças "não tem perfil para trabalhar nas urgências"

O caso do médico do INEM que foi afastado por ter recusado o helitransporte de doentes urgentes também não passou ao lado da reunião semanal do Governo Sombra.

João Miguel Tavares lamentou que António Peças não estivesse de serviço na zona norte do país, porque, se fosse esse o caso, o helicóptero que se despenhou em Valongo não teria sequer levantado do chão, tal é a relutância do médico em realizar serviços, demonstrada nas gravações de telefonemas que vieram a público.

Ricardo Araújo Pereira diz lamentar uma coisa "gira" em Portugal: "às vezes há helicóptero mas não há comunicações, outras vezes há comunicações mas não há helicóptero, e quando há helicóptero e comunicações, o médico não lhe apetece trabalhar", e assinala que uma pessoa que responde a um pedido de transporte de um doente urgente com um "Espere lá, espere lá, espere lá, vamos lá falar com calma", "não tem claramente perfil para trabalhar nas urgências".

A emissão completa do Governo Sombra, para ver ou ouvir , sempre em tsf.pt .

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