E se fosse eu? 600 escolas de todo o país refletem sobre a vida dos refugiados

A ideia partiu da Plataforma de Apoio aos Refugiados. Esta quarta-feira o desafio é lançado à comunidade escolar.

E se tivesse de partir para fugir da guerra? Se fosse refugiado? O que levaria na mochila?

A pergunta é dirigida à comunidade escolar de todo o país. Pais, alunos e professores são chamados a refletir sobre a vida daqueles que chegam à Europa em busca de um futuro melhor.

O projeto "E se fosse eu? Fazer a mochila e partir" acontece esta quarta-feira em escolas de todo o país. A ideia partiu da Plataforma de Apoio aos Refugiados. Rui Marques, o coordenador, explica à TSF que esta é uma experiência que vai levar crianças e pais a perceberem melhor este drama.

A melhor forma de perceber o fenómenos dos refugiados é colocarmo-nos na sua posição, diz Rui Marques

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Cerca de 600 escolas, perto de metade, aderiram a esta iniciativa que vai do 1.º ciclo ao secundário e há até registos de alguns jardins de infância em que as crianças vão tentar perceber melhor a vida de um refugiado. O diretor-geral da Educação, José Vítor Pedroso, salienta a importância deste "exercício de reflexão".

A pergunta é também "o que seríamos obrigados a deixar para trás?", lembra José Vítor Pedroso

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A propósito do desafio lançado pela Plataforma de Apoio aos Refugiados, em colaboração com a Direção-Geral da Educação, o Alto Comissariado para as Migrações e o Conselho Nacional de Juventude, a TSF ouviu outras personalidades.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deixou o seu testemunho.

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