"Um dia que morra, eu já estou mais perto do céu"

Foi há dez anos que as paisagens e a geologia do Arouca Geopark receberam a chancela da UNESCO. Na reportagem TSF desta semana, subimos ao alto da Serra da Freita e andamos 300 milhões de anos para trás no tempo.

Por ali são inúmeros os fósseis raros, as rochas de interesse nacional e internacional e as cabras e as vacas que pastam no topo da serra. É lá no alto do concelho de Arouca que está também a maior cascata da península ibérica e um passadiço capaz de testar o fôlego e resistência física de qualquer um. E em breve vai ser possível também testar a coragem de quem visita a zona, já que vai ser este ano a inauguração da maior ponte pedonal suspensa do mundo.

Nas aldeias sobram casas vazias, mas ainda há gente com quem se pode conversar e em toda a região não faltam caminhos por onde passear. A paisagem é de tal ordem que há quem se deixe enfeitiçar e, após uma vida inteira passada na cidade, decida que é numa daquelas aldeias que quer viver e terminar os seus dias.

No Geoparque de Arouca, na aldeia da Castanheira há ainda uma rocha que alguns acreditam ser milagrosa: um granito do qual se soltam penas pedras. "Filhotes", pensavam os mais antigos que apelidaram a rocha de Pedras Parideiras. É por aí mesmo que começa a reportagem "Mais perto do céu" de Rui Tukayana com sonoplastia de Joaquim Dias: o granito da aldeia da Castanheira é milagroso? Aquela pedra é capaz de parir?

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de