Tempestade

Dia de temporal. Proteção Civil regista 445 ocorrências

A depressão Gisele está a provocar inundações, queda de estruturas e de árvores em várias regiões do país.

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou 445 ocorrências, entre as 00h00 e as 14h00 desta quarta-feira, como quedas de árvores e inundações, sendo os distritos do Porto, Coimbra e Leiria os mais afetados.

Fonte da ANPC disse à agência Lusa que foram registadas "445 ocorrências", desde "a meia-noite, altura em que entrou em vigor o alerta amarelo, e até às 14h00".

As ocorrências "tiveram especial desenvolvimento nas últimas três horas", sendo que "durante a noite não existiram praticamente ocorrências", acrescentou a mesma fonte.

O Porto é o distrito mais afetado, seguindo-se Coimbra e Leiria, e as "maiores incidências são quedas de árvores (190), inundações (109) e quedas de estruturas (105)".

Questionada sobre feridos, a ANPC referiu que só há feridos a registar na sequência do desabamento de parte da estrutura do telhado da Porto Editora, na Maia (distrito do Porto), que "afetou três colaboradores".

No concelho de Lisboa foram registadas 67 ocorrências desde as 08h00 até às 15h00, em consequência do mau tempo, sem registo de qualquer dano humano, avançou fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB) à agência Lusa.

Das 67 ocorrências, 12 são quedas de árvores, 25 são quedas de estruturas (como vidros, placas, estores ou antenas) e nove são inundações - sete em espaço privado e duas na via pública, que, segundo a fonte do RSB, não causaram constrangimentos de maior.

O RSB apontou ainda que há apenas a registar alguns danos materiais, na sequência da queda de árvores em cima de algumas viaturas.