Formação profissional garantida para refugiados

O grupo de recursos humanos RHmais assinou um protocolo com o Conselho Português para os Refugiados. O objetivo é promover a integração laboral dos refugiados que vão chegar a Portugal.

Para já não se sabe quem vem, com que tipo de experiência ou formação, mas Rui Henriques, administrador-delegado da RHmais, está confiante que não vai ser difícil arranjar emprego para os refugiados que vão chegar a Portugal.

O grupo de recursos humanos assinou um protocolo com o Conselho Português para os Refugiados com o objetivo de promover a integração dos refugiados que vão chegar a Portugal. Não só em termos de formação, mas também na colocação de profissionais.

Rui Henriques explica a missão da RHmais

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À TSF, Rui Henriques explica que o processo deve começar no Conselho Português de Refugiados, que vai fazer a triagem de competências e formação de quem chega. Depois, entra em ação a RHmais, que vai avaliar os processos e fazer a ligação entre oferta e procura.

O responsável não tem dúvida que os refugiados podem ter um papel ativo e importante na sociedade portuguesa, especialmente se o modelo de integração adotado passar por todo o território nacional.

O responsável acredita que há emprego em Portugal

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Quanto às áreas com mais necessidades, Rui Henriques diz que o sector agrícola tem urgência de mão-de-obra, mas também o setor têxtil, por exemplo, precisa de costureiras. Nestes casos, podem garantir empregos no imediato.

Rui Henriques assegura que há áreas profissionais que tem falta de mão-de-obra

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E não se tratam só de áreas com formação reduzida. O responsável assegura que alguém com experiência informática tem praticamente emprego garantido e são também necessários profissionais da área de contabilidade e finanças. Aqui, depende do domínio da língua inglesa.

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