Será o fim da discriminação?

A associação ILGA acredita que o Parlamento vai conseguir aprovar projetos de Lei chumbados pela maioria de centro-direita e que são essenciais para a igualdade de direitos.

As próximas duas semanas vão ser decisivas para a comunidade gay, lésbica e transexual. É essa a convicção da associação ILGA, que fala mesmo no fim da discriminação que ainda existia na Lei portuguesa.

Em causa está a discussão na próxima quarta-feira no parlamento de três projetos da esquerda para acabar com a proibição dos casais do mesmo sexo adotarem crianças ou avançarem para o chamado apadrinhamento civil. Uma semana depois, no dia 26 de novembro, o debate centra-se em propostas para alargar a procriação medicamente assistida a mulheres solteiras.

São medidas chumbadas no início deste ano pela maioria de centro-direita, mas que devem passar agora com uma maioria de esquerda. Isabel Advirta, a presidente da associação ILGA, que representa lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros, diz estamos perante o fechar de um ciclo.

Isabel Advirta, entrevistada por Nuno Guedes, revela-se confiante na aprovação destas medidas

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A ILGA diz que com estas mudanças, acaba a descriminação dos casais por causa da orientação sexual. Falta depois garantir que a Lei é cumprida.

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