Lisboa vai ter mais parquímetros

Segundo a Câmara, o aumento das zonas de estacionamento pago deve-se a queixas sobre estacionamento abusivo em áreas como Alvalade, Arroios e Penha de França.

A proposta para criar novas zonas de estacionamento pago e de duração limitada (ZEDL) vai ser discutida na próxima 4ª feira.

De acordo com o vereador dos Espaços Públicos, Manuel Salgado, têm-se verificado "várias queixas e reclamações relativamente a estacionamento abusivo nas zonas limítrofes às zonas atualmente implementadas". O autarca refere também que a medida responde a "exposições apresentadas pelos cidadãos nas reuniões descentralizadas de Alvalade, Arroios, Penha de França, entre outras".

Manuel Salgado adianta que as queixas são relativas ao estacionamento "de veículos de não moradores" e assegura que as Juntas de Freguesia apoiam os pedidos dos cidadãos para criar novas zonas de estacionamento com parquímetros.

Além da introdução de novas ZEDL, está em causa a reorganização dos seus limites, bem como os das zonas de acesso condicionado, tendo em conta a reforma administrativa e as barreiras físicas existentes.

Assim, na próxima semana a câmara discute a medida e deverá submeter a consulta pública as alterações ao Regulamento Geral de Estacionamento e Paragem na Via Pública.

O município esclarece que as medidas só podem ser aplicadas "mediante consulta prévia, designadamente à Junta de Freguesia, aos moradores e comerciantes, e realização, na sequência desta, de uma ampla campanha de divulgação".

Segundo o regulamento, as ZEDL estão distribuídas pelas coroas verde, amarela e vermelha. A tarifa, cobrada entre 09:00 e as 21:00 dos dias úteis, varia consoante esta mesma distinção. Os preços são mais elevados na coroa vermelha, que abrange locais como o Chiado, Príncipe Real e Avenida da Liberdade.

O documento especifica que "o estacionamento nas Zonas de Estacionamento de Duração Limitada fica sujeito a um período de tempo máximo de permanência não superior a duas ou quatro horas, em função das coroas ou eixos tarifados em que se insiram".

Nos documentos a que a Lusa teve acesso, não estão indicadas as zonas que passarão a ter estacionamento limitado.

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