Ministro não quer que Autoridade para as Condições do Trabalho use drones

A Comissão Nacional de Proteção de Dados diz que "não se vê como pode a ACT" usar drones nas suas investigações, porque não está previsto na lei. Vieira da Silva concorda.

A Comissão Nacional de Proteção de Dados sublinha o impacto que pode ter na privacidade dos cidadãos a utilização de drones.

O ministro da Segurança Social ainda não conhecia esta posição, mas depois de ser informado da resposta que a Comissão Nacional de Proteção de Dados deu à TSF, Vieira da Silva diz partilhar esses receios.

Vieira da Silva diz partilhar esses receios

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Vieira da Silva diz que o governo já pediu à ACT que contacte a Comissão de Proteção de Dados para verificar se a utilização de drones em inspeções de trabalho está em conformidade com a lei.

O ministro diz que ainda não sabe qual foi a utilização dada até agora ao equipamento comprado, mas sublinha que há diferença entre ter uma ideia e concretizá-la.

Vieira da Silva sublinha a diferença entre ter uma ideia e concretizá-la

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O inspetor geral das condições de trabalho não altera, no entanto, o entendimento sobre este assunto e expressa o mesmo ponto de vista que que a TSF tinha noticiado durante a manhã. Questionado se não faria sentido pedir informações à CNPD antes de comprar o equipamento, Pedro Pimenta Brás responde que as filmagens já são feitas há muito tempo e que os drones nada mudam.

Pedro Pimenta Brás responde que as filmagens já são feitas há muito tempo

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Pedro Pimenta Brás diz que apesar da convicção, vai levantar a questão da utilização de drones em ações inspetivas à Comissão Nacional de Proteção de Dados admitindo que se o veredicto for negativo não terá outra alternativa que não seja acatar essa decisão.

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