Requalificação da Praia de Monte Gordo: Concessionários contra prazos e custos

A Agência Portuguesa para o Ambiente e a Câmara de Vila Real de Santo António têm previsto colocar no local novos apoios de praia, um passadiço de dois quilómetros e áreas de lazer.

A Praia de Monte Gordo vai ser alvo de uma requalificação ambiental que vai alterar por completo o rosto do local. No entanto, os proprietários dos apoios de praia contestam o pouco tempo para fazer alterações e os montantes que têm de pagar.

Até dia 22 de fevereiro, são obrigados a demolir os seus bares ou restaurantes e depois construir os novos, de acordo com as plantas aprovadas pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Os mais baratos custam 95 mil euros, os mais caros 215 mil.

Reportagem de Maria Augusta Casaca

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António Calvinho, um dos proprietários, disse à TSF que já pediram o adiamento das obras para outubro porque não vão conseguir ter tudo pronto a tempo e horas da época balnear de verão.

A vice-presidente da autarquia de Vila Real de Santo António, salienta que esta situação é conhecida há muito pelos proprietários dos apoios de praia de Monte Gordo. Conceição Cabrita considera que até ficaram a ganhar nas novas negociações visto que no início estava previsto existirem apenas oito apoios de praia e acabaram por ficar 18.

Salienta também que já teve garantia da APA de que as demolições serão feitas aos poucos.

A Agência Portuguesa do Ambiente, por seu lado, disse à TSF que a requalificação de Monte Gordo ainda está em avaliação e que na próxima semana será tomada uma decisão final sobre o assunto.

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