Já há vários arguidos no caso dos incêndios de Pedrógão Grande

O terceiro operacional a liderar as operações de socorro no trágico 17 de junho foi o primeiro arguido conhecido.

O segundo comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria, Mário Cerol, é o primeiro arguido conhecido na investigação do Ministério Público àquilo que se passou em Pedrógão Grande a 17 de junho.

A constituição de arguido foi confirmada à TSF pelo próprio, que já foi ouvido no inquérito e salienta que até como arguido não pode adiantar qualquer outro pormenor sobre o caso.

O Correio da Manhã avança que ao todo, pelo menos dez pessoas terão sido constituídas arguidas, esta terça-feira, no caso dos incêndios de Pedrógão Grande, entre os quais Augusto Arnaut, comandante dos Bombeiros de Pedrógão Grande.

Recorde-se que o fogo de Pedrógão Grande foi o mais mortal da história portuguesa, matou 66 pessoas e feriu mais de 200.

Sobre o seu papel no combate às chamas, Mário Cerol apenas confirma que foi o terceiro no comando das operações, sendo na prática o terceiro a liderar a operação de socorro, nomeadamente, pelo que a TSF apurou, no final da tarde do trágico 17 de junho de 2017.

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