APED aposta em 2018 para acabar com o desconhecimento sobre a dor

A APED quer reforçar a importância da educação sobre a dor. Ao longo do ano vai realizar campanhas de sensibilização, formação e workshops dirigidos aos profissionais de saúde e público em geral.

A presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), Ana Pedro, diz que este continua a ser um problema pouco conhecido, muitas vezes desvalorizado e defende que é necessário inverter esta realidade.

"Ainda há muito desconhecimento e trabalho a desenvolver, a dor crónica é pouco trabalhada na formação pré-graduada. De facto continua a haver uma falta grande e os próprios doentes precisam compreender o que se passa com eles e como podem controlar a própria dor".

Esta segunda-feira, foi apresentado na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto o Ano Global da Excelência da Educação em Dor, o tema definido pela Associação Internacional para o Estudo da Dor.

Uma cerimónia onde também foi apresentada a 3ª edição do prémio de fotografia "Revelar Portugal sem Dor" e no qual qualquer pessoa pode participar.

A presidente da APED, Ana Pedro, explica que ao contrário do que a maior parte das pessoas pensa, a dor crónica não surge na maioria dos casos em doentes que têm cancro. As lombalgias são muito frequentes, a doença degenerativa das articulações e as cefaleias são os grupos mais comuns que sofrem de dor crónica e precisam saber como controlar e como viver com as crises de dor aguda".

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de

Outros Artigos Recomendados