Dia Mundial do AVC: "Nascer de novo"

É uma das principais causas de morte em Portugal. No Dia Mundial do AVC conhecemos um caso de sobrevivência.

Podia ter morrido ou ter ficado em estado vegetativo mas Luís Abreu contrariou os piores cenários traçados pela equipa médica, depois de um AVC fulminante. Foram dois meses em coma e outros quatro de internamento.

Este engenheiro informático diz hoje que o AVC não é uma fatalidade e nem o facto de estar deitado numa cama com o corpo paralisado o impede de ver o acidente vascular cerebral como uma segunda oportunidade. Quando se assinala o Dia Mundial do AVC, "nascer de novo" é a mensagem passada por Luís Abreu e pela família.

A jornalista Teresa Dias Mendes conversa com Luís Abreu e a família sobre como é sobreviver a um AVC

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O AVC é uma das principais causas de morte em Portugal. Só nos primeiros nove meses deste ano, o INEM registou mais de 2600 casos de acidentes vasculares cerebrais (AVC), o que dá uma média de cerca de 290 situações por mês.

O INEM lembra que "a rápida intervenção médica especializada é vital para o sucesso do tratamento e posterior recuperação do doente". Por isso aconselha os cidadãos a ligarem o 112 nos casos em que haja sinais ou sintomas de AVC, como falta de força num braço, boca ao lado ou dificuldade em falar.

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