Apesar da proposta do Governo, enfermeiros não desmarcam greve às cirurgias

Enfermeiros exigem a presença de Mário Centeno e Marta Temido na reunião marcada para o dia 17 de janeiro.

Os enfermeiros vão manter a greve prevista para fevereiro, apesar da reunião de negociação que decorreu esta tarde entre Governo e enfermeiros e na qual o Executivo aceitou uma "estrutura de carreira com três categorias, entre as quais a categoria de enfermeiro especialista".

De acordo com um comunicado do Ministério da Saúde, o Governo propõe que a categoria de enfermeiro especialista comece na "posição remuneratória 18 (1355,96 euros)" e para esta "transitarão, automaticamente, todos os enfermeiros que detenham o título de especialista e desempenhem as respetivas funções".

Perante este cenário, o Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal, em conjunto com a Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros, vai exigir a presença de Mário Centeno e de Marta Temido na reunião com os ministérios das Finanças e da Saúde, a realizar no dia 17 de janeiro. A ministra da Saúde já tem presença confirmada.

Certo é que se mantém, para já, a greve às cirurgias marcada com início marcado para a próxima segunda-feira (14) em sete centros hospitalares de todo o país. Os enfermeiros admitem suspender a greve no dia 17 para que se possa efetuar a reunião com os dois ministérios.

A greve poderá ser desconvocada caso exista um compromisso que responda às reivindicações dos profissionais assumido por Centeno e Temido.

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