TSF distinguida com três prémios de jornalismo

O trabalho de Cristina Lai Men e Luís Borges recebeu, esta terça-feira, uma menção honrosa do Prémio de Jornalismo da Liga Portuguesa Contra o Cancro, na categoria de audiovisual. "O melhor que aconteceu na minha vida foi o autismo da Caui", de Barbara Baldaia e Joaquim Dias, recebeu uma menção honrosa num prémio sobre os direitos da criança. "Rua dos Sonhos, 31", de Guilhermina Sousa e Catarina Coimbra, foi também premiado.

Duas reportagens TSF foram premiadas com menções honrosas, na edição deste ano do Prémio de Jornalismo "Os Direitos da Criança em Notícia". Os prémios foram entregues numa cerimónia na Assembleia da República, que encerrou a habitual evocação do mês de abril contra os maus-tratos infantis.

"O melhor que aconteceu na minha vida foi o autismo da Caui", de Barbara Baldaia, com sonoplastia de Joaquim Dias, sobre uma relação de pai e filha, em que o autismo é o motor, foi uma das reportagens selecionadas para prémio.

"Rua dos Sonhos, 31", de Guilhermina Sousa e Catarina Coimbra, sobre o trabalho feito com jovens, pela Academia do Johnson, em seis bairros problemáticos na Amadora, foi também um dos trabalhos destacados pela qualidade.

Os prémios são atribuídos pelo Fórum sobre os Direitos das Crianças, uma das entidades parceiras da comissão nacional de proteção de crianças e jovens.

"Renascidos do Cancro" é a terceira reportagem da TSF distinguida, retrata as cicatrizes dos sobreviventes oncológicos e a luta por mais apoios, uma realidade que afeta cerca de meio milhão de pessoas em Portugal. A reportagem já tinha sido distinguida este mês, com o Prémio Jornalismo em Saúde, na categoria rádio.

Esta é a terceira vez que a jornalista da TSF Cristina Lai Men é galardoada pela Liga Portuguesa Contra o Cancro: em 2012, recebeu o Prémio de Jornalismo, pela reportagem "A Poção Mágica", e, em 2014, uma menção honrosa pela reportagem "O Resto das Nossas Vidas".

Na edição deste ano, o Prémio de Jornalismo da Liga Portuguesa Contra o Cancro, na categoria audiovisual, foi atribuído à série de reportagens da SIC, "O Mal-entendido: as doenças a que chamamos cancro", da jornalista Miriam Alves.

Na categoria de imprensa, o Prémio distinguiu uma reportagem da revista Visão, da autoria de Vânia Maia e Luís Barra, sobre os "fantasmas e o turismo" em Chernobyl.

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