Refugiados com médico de família e sem taxas moderadoras

As autoridades de saúde preparam, em contagem decrescente, a chegada de 4.500 refugiados a Portugal. Médico de família no espaço de um semana e isenção de taxas moderadoras são já pontos assentes.

Oficialmente ainda não há datas, mas nos bastidores do Serviço Nacional de Saúde(SNS) a chegada de 4.500 refugados está em marcha. Francisco George, Director-Geral da saúde, diz que a sua integração não vai resultar num probema, nem em pressão.

A jornalista Sónia Santos Silva resume as declarações de Francisco George a propósito do apoio que vai ser dado aos refugiados em termos de saúde

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"Não há pressão nenhuma. Eles vão chegar de forma gradual e vão para concelhos diferentes", adianta Francisco George que diz que o SNS está em condições de acolher estes imigrantes sem ter de pressionar os serviços.

Francisco George lembra, ainda, que Portugal é um país experiente no acolhimento de imigrantes. Atualmente estão no nosso país cerca de 400 mil e de todo o mundo. Por isso, clinicamente, o sistema de saúde está preparado.

"Não estamos preocupados com riscos de epidemias. Não estamos em crer que problemas de caráter exótico possam acontecer, até porque temos uma grande experiência de atender imigrantes de diversas regiões, da América do Sul, da Europa de Leste, África. Não estamos preocupados em termos de risco", diz o Diretor-Geral da Saúde.

Os cerca de 4.500 refugiados que Portugal se prepara para receber vão ter médico de família no prazo de uma semana e estarão isentos do pagamento de taxas moderadoras.

O Diretor-Geral da saúde espera que o país entenda a assistência que este imigrantes vão receber. Francisco George salienta que, acima de tudo, está aqui em causa um direito.

"Os portugueses vão comprenender e aceitar. São pessoas que atravessam mares e fronteiras, como vemos nas imagens chocantes que noc chegam, por isso, é uma questão, direi, de direito internacional".

Francisco George acrescenta que o plano para a integração dos refugiados está ser articulado com as Administrações Regionais da Saúde, que depois dão orientações aos centros de saúde.

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