Sextas-feiras negras chegam ao Serviço Nacional de Saúde

Com sinais de luto, médicos querem explicar aos doentes que não têm meios para fazer mais. Movimento informal de clínicos reúne apoio da Ordem.

Não se admire se vir, às sextas-feiras, médicos vestidos de preto nos hospitais ou centros de saúde. Num protesto que nasceu há pouco mais de um mês e a partir de hoje é alargado a todas as sextas-feiras, um grupo informal de médicos apela aos colegas para que se apresentem ao trabalho com uma peça de roupa preta ou um crachá com o lema da iniciativa: #SNS in Black, ou seja, #SNS de Negro.

O sinal, explica o pneumologista Filipe Froes, um dos médicos organizadores do protesto, é de luto contra a falta de meios humanos e físicos a que dizem que chegou o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Filipe Froes diz que já fizeram mais de mil crachás com o símbolo do protesto e têm centenas de médicos e outros profissionais que já aderiram à iniciativa.

Um dos médicos que já aderiu é o bastonário da Ordem dos Médicos que adianta à TSF que se forem vestidos de preto ou com o crachá ao peito os clínicos terão uma ótima oportunidade de explicar aos doentes aquilo que está mal no SNS.

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