Segurança

PSP vai ter mais poder de fogo contra a ameaça terrorista

Vão ser compradas cerca de 200 espingardas, de um calibre nunca antes usado pela PSP. As novas armas oferecem mais garantias de anular um eventual ataque terrorista desde o primeiro momento.

São cerca de 200 espingardas de calibre 5.56 milímetros - mais poderosas, com maior capacidade de perfuração e maior alcance. Pela primeira vez, a Polícia de Segurança Pública vai operar com estas armas de fogo para combater possíveis ataques terroristas.

A informação vem hoje no Jornal de Notícias e fala da possibilidade das espingardas de longo alcance chegarem mesmo ao patrulhamento de rua em pontos e perídos críticos como, por exemplo, no Ano Novo.

A França e a Espanha receberam este reforço há dois anos depois dos ataques de Paris em 2015 e hoje operam com a HK G36, uma espingarda de assalto.

A PSP quer reforçar o poder de fogo com armas de maior alcance e perfuração que possam garantir a destruição do alvo em situação de ameaça terrorista, sobretudo nos casos de ataques dos chamados lobos solitários ou investidas de viaturas contra multidões.

O fornecimento das novas espingardas deve ser sujeito a concurso, escreve o JN, com verbas da lei de programação e infraestruturas e equipamento das forças e serviços de segurança.

As armas devem ser distribuídas pelo Corpo de Intervenção que faz ações de patrulhamento, sobretudo em pontos críticos.

A ideia é introduzir a nova espingarda durante o verão de forma a substituir gradualmente as armas em serviço há mais de 30 anos.

As novas armas vão ser sujeitas a concurso. Cada uma custa cerca de mil euros.

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