Exército, Força Aérea e Marinha unidos contra catástrofes

Segundo o tenente-general Pires Mateus, a Unidade Militar de Emergência de Portugal é mesmo para avançar, para juntar numa estrutura única 2500 efetivos das Forças Armadas.

A ideia para criar a Unidade Militar de Emergência de Portugal (UMEP) já estava no relatório da comissão técnica independente que analisou os incêndios de junho. Agora, depois da tragédia do último domingo que vitimou 43 pessoas, o tenente-general Pires Mateus dá conta de uma proposta concreta: juntar numa única estrutura 2500 efetivos das Forças Armadas. Assim, Exército, Força Aérea e Marinha estariam unidos na resposta a incêndios e outro tipo de catástrofes.

A UMEP deverá ter orçamento próprio, comando centralizado em Lisboa na dependência do general chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, e batalhões de intervenção em Vila Real, Viseu, Leiria, Abrantes e Beja.

A proposta prevê que meios aéreos e navais fiquem sob comando da unidade de emergência em alguns períodos do ano.

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