Vai haver sanções para falta de qualidade do ar 

Medida pode ir a Conselho de Ministros no início de 2018. Ministro do Ambiente quer auditorias sobre ar interior e regras sobre torres de refrigeração. "Está a falhar é a lei que não prevê sanções".

Auditorias "com prazos mais curtos" sobre a qualidade do ar interior, regras sobre as condições de funcionamento das torres de refrigeração e, sobretudo, sanções para "entidades públicas ou privadas" que não acautelem o cumprimento nos edifícios que gerem.

Em declarações aos jornalistas, no Parlamento, o ministro do Ambiente, denuncia um vazio legal e explica que falta ainda regulamentar, por exemplo, um conjunto de regras para garantir a qualidade do ar que sai das torres de torres de refrigeração, como a quantidade de cloro que deve existir nos tanques.

"Hoje existe um vazio legal relativamente ao cumprimento de um conjunto de valores que importa garantir para proteger as emissões vindas dessas torres de refrigeração. Por exemplo, não está legislado a quantidade de biocida- como por exemplo, o cloro, que tem que estar nos tanques de água que depois procedem à refrigeração dos edifícios e que passam nas torres", explica o ministro.

"Quando o biocida tem uma quantidade importante de concentração inibe, por exemplo, o desenvolvimento da bactéria da legionela", diz João Pedro Matos Fernandes.

Sobre o ar interior, o ministro do Ambiente prevê auditorias mais frequentes embora sublinhe que será feito um esforço para que não exista um encargo demasiado pesado para as entidades

O trabalho está a ser desenvolvido em conjunto com o ministério da Saúde e prevê medidas que podem estar concluídas dentro de dois meses, para serem analisadas pelo Conselho de Ministros, no início de 2018.

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