A bailarina negra

A bailarina negra

A história da bailarina negra Ingrid Silva vem contada em vários jornais brasileiros. Ingrid, hoje com 30 anos, nasceu nas favelas do Rio. Apoiada pelo projecto social Dançando para Não Dançar ela começou, desde menina, a desenhar no ar os movimentos daquela canção de Toquinho, "um, dois, três e quatro,/ dobro a perna e dou um salto./ Viro e me viro ao revés/ e se eu caio conto até dez". Hoje, ela triunfa no Teatro de Dança do Harlem, em Nova Iorque, e colabora com as Nações Unidas em campanhas pela promoção da igualdade de oportunidades na educação.