"No Seminário Maior." A narrativa que faltava ainda

"No Seminário Maior." A narrativa que faltava ainda

O romance "No Seminário Maior", de Joaquim Tenreira Martins, antigo aluno desta instituição religiosa da Guarda, abre diversos cenários vividos, por centenas de jovens nos anos 60. Possuidor de várias licenciaturas, especializou-se em Ciências Políticas e Direito. O autor, de 77 anos, natural de Vale de Espinho, no concelho do Sabugal, trabalhou nas áreas sociais e culturais da Embaixada da Bélgica, desde 1972. Escreveu outros livros, tendo como pano de fundo a problemática da emigração portuguesa, naquele país. Publicou contos da sua infância e textos poéticos "Meu país é a Diáspora", em sonetos, quando a mulher convalescia de uma doença grave.

"Flor de Fumo": a poesia da afegã assassinada pelo marido chegou às livrarias

"Flor de Fumo": a poesia da afegã assassinada pelo marido chegou às livrarias

Dezassete anos depois de ter sido espancada até à morte, os poemas de Nadia Anjuman são editados em Portugal, na primeira tradução ocidental da obra da poeta afegã que morreu aos 24 anos. Regina Guimarães entregou-se aos versos transpondo da tradução inglesa para português. O livro, com edição bilingue - dari/português- tem a chancela da editora Exclamação, de Nuno Gomes, que anuncia na TSF "um espetáculo de encontro entre as duas culturas", no início de março do próximo ano. O dia em que começa a primavera.

Lídia Jorge

"Escrevi este livro sob o eco da voz da minha mãe." Lídia Jorge apresenta Misericórdia na TSF

Antes do romance houve um poema lido pela escritora quando a mãe desceu à terra. Antes do romance e do poema, um pedido. Um pedido de Misericórdia, o livro que Maria dos Remédios gostava que a filha escrevesse "para que as pessoas tivessem mais compaixão umas pelas outras". É esse livro que folheamos hoje, com Lídia Jorge, na véspera do lançamento, em Lisboa, com apresentação do cardeal José Tolentino Mendonça. "Se eu não tivesse escrito este livro, eu gostaria de ter lido um livro assim."