"O leitor acaba sempre por iluminar As Pessoas Invisíveis"  José Carlos Barros, Prémio LeYa 2021

"O leitor acaba sempre por iluminar As Pessoas Invisíveis" José Carlos Barros, Prémio LeYa 2021

Não tarda está de volta a Vila Nova de Cacela, a tempo de colher os figos lampo preto que hão-de ser exportados para Paris. Figueiras, alfarrobeiras e demais árvores de fruto estão na vida do arquiteto paisagista que entre mais de 700 livros venceu o último Prémio LeYa. Quem semeia palavras também colhe frutos "muita gente não valoriza o trabalho que é escrever e deve pagar-se a quem escreve, e isso também me agrada neste prémio." José Carlos Barros, conhecido também como poeta, nasceu em Boticas, formou-se em Évora, e vive no Algarve. A entrega do prémio, esta sexta-feira, em Lisboa pouco mudará a sua vida, mas "posso dar-me ao luxo de ter mais tempo para a escrita". E andam novas histórias a "bailar" na cabeça do autor de As Pessoas Invisíveis.

Jorge Sampaio

"Era uma vez." Livro reúne 250 testemunhos de homenagem a Jorge Sampaio

A história começa nos Claustros do Mosteiro dos Jerónimos, na manhã do último tributo do Estado português ao antigo Presidente da República. José Pedro Castanheira, jornalista e autor da biografia de Jorge Sampaio lança a ideia, e é com João Serra, antigo chefe da Casa Civil, José Gameiro e Jorge Simões, antigos colaboradores, que deitam mãos à obra, para a qual chamam também o fotógrafo Paulo Petronilho. Assim se escrevem as histórias e se publicam as imagens de um livro que nos revelam os olhares e os gestos de Jorge Sampaio. Uma grande e sentida homenagem, como escrevem os coordenadores.