Inês Cardoso

Demência. Números que assustam e desafiam

Primeiro, as boas notícias. Na última década, a prevalência da demência diminuiu e estima-se que haja menos cerca de um milhão de pessoas afetadas em relação às estimativas anteriores. Os dados do relatório Alzheimer Europe, divulgado ontem e resultante de uma análise colaborativa dos estudos de prevalência mais recentes, sugerem que estilos de vida mais saudáveis, melhor educação e mais controlo dos fatores de risco cardiovasculares terão contribuído para reduzir o número de casos. Nesse sentido, dão esperança e mostram que nem tudo é inevitabilidade num campo em que ainda temos mais dúvidas do que conhecimento.