Do exército para a sucata... e para os colecionadores

É um negócio que vive da nostalgia e do gosto por antigo material militar que leva alguns a recuperar o que, por lei, as Forças Armadas só podem vender como ferro velho.

Compram nas sucatas e depois com maior ou menor dificuldade em arranjar as peças necessárias fazem o gosto aos que, sobretudo por nostalgia, querem ter um jeep ou outros veículos militares como os que usaram na guerra colonial.

A TSF visitou uma oficina de um empresário que se dedica à venda de material que já foi militar e que é restaurado para os colecionadores.

No entanto, há um obstáculo a este negócio. O chefe das relações públicas do exército, o Tenente-coronel Jorge Pedro, explicou à TSF que os interessados só podem comprar em sucatas o que já não serve às Forças Armadas portuguesas, conforme está estipulado na lei.

«Legalmente não podemos alienar material que esteja em boas condições de uso. Portanto, é sempre aquele princípio do não economicamente reparável, o que pressupõe que sõao sempre artigos inoperacionais», esclarece.

No ano passado, com a venda de material que é considerado obsoleto, o exército português teve um proveito de quase 750 mil euros. O lote incluia um pouco de tudo, desde «frigoríficos, vários tipos de atrelados, armários, camas, estantes, secretárias, equipamentos de cozinha».

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