Lusófona abre inquérito para esclarecer morte de estudantes na praia do Meco

No despacho que emitiu, a Universidade Lusófona diz que é o momento em que se impõe lançar luz sobre os acontecimentos de 15 de dezembro, quando uma onda matou seis estudantes deste estabelecimento de ensino.

A Universidade Lusófona anunciou a abertura de um inquérito interno para tentar apurar as circunstâncias em que morreram seis estudantes deste estabelecimento na praia do Meco depois de terem sido arrastados por uma onda a 15 de dezembro.

Para a universidade, está decorrida a etapa de gestão da dor que atingiu as famílias das vítimas este é o momento em que se impõe lançar luz sobre os acontecimentos, pelo que Importa trabalhar no sentido do cabal esclarecimento do que aconteceu.

No despacho divulgado pela agência Lusa e assinado pelo reitor e pelo administrador, a universidade indica ainda que este processo de inquérito vai ser organizado pelo gabinete jurídico do estabelecimento de ensino.

O despacho determina ainda que alunos, funcionários e docentes devem prestar a maior colaboração ao instrutor nomeado para o inquérito, num processo que deverá estar concluído, no máximo, 40 dias.

Ouvido pela TSF, Carlos Poiares, vice-reitor da Universidade Lusófona e dirigente do Departamento de Psicologia explicou que «em cima dos acontecimentos nunca há distância nem condições para se fazer nada».

«Preferimos agir com a serenidade que estes momentos reclamam. É uma iniciativa da administração e da reitoria de tentar saber aquilo que se passou e fazer a aclaração dos factos», sublinhou.

Carlos Poiares, que com os elementos que dispõe não encontra ligações com eventuais praxes, entende o inquérito interno se justifica mesmo tendo em conta que o que aconteceu «não tenha sido no nosso campus e não tenha sido em nenhuma atividade promovida pela instituição».

Continuar a ler

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de