Vida

Reportagens da TSF distinguidas com prémios de jornalismo

A reportagem Os Filhos da Solidão, assinada por Ana Catarina Santos e Mésicles Helin, da TSF, venceu o primeiro prémio do concurso Jornalismo Contra a Indiferença, atribuído pela AMI. Já a reportagem No Trilho do Cravão, de João Francisco Guerreiro e Mésicles Helin, foi distinguida com uma Menção Honrosa na 4ª edição do Prémio Jornalístico Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis.

A reportagem Os Filhos da Solidão, da jornalista Ana Catarina Santos e com sonoplastia de Mésicles Hélin, da TSF, foi galardoada com o Primeiro Prémio da 11ª edição do Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença.

A reportagem retrata a solidão e a violência na terceira idade, apresentado testemunhos dramáticos de quem vive diariamente com este problema: filhos que batem nos pais, netos que agridem avós, idosos abandonados em hospitais, situações de negligência extrema, quase sempre vividas em silêncio e dor nos últimos anos de vida.

O prémio foi atribuido ex-aequo à reportagem da TSF e  ao trabalho Ninguém Vive Sozinho, da autoria da jornalista Maria Joana Ramalhão da RTP.

O júri deste galardão decidiu ainda atribuir três Menções Honrosas a Francisco Gorjão Henriques, do Público, a Carlos Rico, da SIC, e a Conceição Queiroz, da TVI.

Os jornalistas premiados com o Primeiro Prémio vão partilhar o montante de 15 mil euros e receberão o seu galardão numa cerimónia de entrega agendada para 1 de Julho às 15:00 no Pavilhão do Conhecimento.

A reportagem Os Filhos da Solidão passa de novo na antena da TSF na próxima sexta-feira, depois das 20h00, ou no sábado, depois das 14h00.

No Trilho do Carvão recebe Menção Honrosa

Por seu turno, a reportagem TSF No Trilho do Carvão, do jornalista João Francisco Guerreiro e sonoplastia de Mésicles Helin, foi distinguida com uma Menção Honrosa atribuida pela Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis, na 4ª edição do Prémio Jornalístico Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis.

A reportagem segue o caminho da produção tradicional do carvão em busca de sinais de perigo para o Ambiente e para a Saúde Pública.

O prémio principal foi para o trabalho terra Envenenada, da jornalista da SIC Dulce Salzedas.

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