Quando chegarmos: uma crónica de José Luís Peixoto

E volto a aterrar num aeroporto, talvez já tenha estado aqui. De novo, o carrinho das malas, agora com ligeiras alterações, a pega tem uma textura diferente, os anúncios são escritos com outras letras. Quando as portas de vidro se abrirem à minha frente, passarei os olhos por uma sucessão de folhas de papel com nomes de pessoas e, como num filme, encontrarei o meu nome numa dessas folhas. Se estiver mal escrito, não ficarei surpreendido. Então, surgirá um rosto. Antes, costumava passar algum tempo a imaginar esses rostos e, quando chegava, poderia surpreender-me com os pormenores que divergiam dessa […]

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