Polícia destacou um forte dispositivo de segurança para o local. Líder do Governo escocês pede que não se partilhem informações não confirmadas.
O esfaqueamento que, esta sexta-feira, feriu seis pessoas, entre elas um polícia, junto a um hotel no centro da cidade de Glasgow não está a ser tratado como um episódio de terrorismo, confirmou a primeira-ministra escocesa Nicola Sturgeon.
Numa declaração pública, a chefe do Governo escocês indicou que o episódio "abalou Glasgow e a Escócia".
A polícia escocesa alertou que está a lidar com um "sério incidente" no centro de Glasgow e pediu à população que evite a área. "O indivíduo atingido a tiro pela polícia morreu. Seis outras pessoas estão no hospital para receber tratamento, incluindo um polícia que está em estado crítico mas estável", lê-se num comunicado.
Mais tarde, ficou a saber-se que o polícia é um homem de 42 anos e que as restantes vítimas, todas do sexo masculino, têm 17, 18, 20, 38 e 53 anos de idade.
Segundo reporta a agência noticiosa Associated Press (AP) a partir de Londres, a zona, nomeadamente na West George Street, está com um forte contingente policial, e mais de uma dezena de veículos das forças de segurança
Num boletim sobre o tráfego divulgado hoje, o Conselho Municipal de Glasgow indicou que, devido a um "acidente policial sério", várias ruas estão encerradas.
O primeiro-ministro britânico Boris Johson já lamentou o "terrível incidente" e agradeceu a intervenção dos "corajosos serviços de emergência".
Nicola Sturgeon, líder do governo escocês, lamentou o sucedido e, no Twitter, deixou um pedido especial: "Não partilhem informações que não foram confirmadas."
A líder do Conselho da Cidade de Glasgow, Susan Aitken, pede no Twitter que se ninguém se aproxime da zona do incidente.
Notícia atualizada às 18h08