Milhares de pessoas passaram o final da tarde e princípio da noite entre a Praça de Camões e a Assembleia da República em Lisboa.
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Cânticos, slogans, cartazes artesanais e muita música para lembrar as imensas, antigas e atuais lutas em que as mulheres continuam mergulhadas.
Organizada pela plataforma Rede 8 de março, a marcha foi este ano particularmente animada. Pouco depois de arrancar, pelas 18h30, a polícia avançava a hipótese de ter na Calçada do Combro mais de três mil pessoas. Um cálculo que terá pecado por defeito.