Sociedade

UGT não vê "sinal para alarme" no aumento de 44% dos despedimentos coletivos

No segundo trimestre, o número de despedimentos coletivos comunicados ascendeu a 125 Artur Machado/Global Imagens (arquivo)

Em declarações à TSF, o secretário-geral da UGT refere "esperar que o mercado se mantenha dinâmico e possa dar respostas de emprego aos trabalhadores" dispensados

O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Mário Mourão, não vê sinal para "alarme" nos números dos despedimentos coletivos do segundo trimestre - houve 125, quando em igual período do ano anterior tinham sido registados 87. "Esperemos que o mercado se mantenha dinâmico e possa também dar respostas de emprego a estes trabalhadores", afirma à TSF.

Esta segunda-feira, a Direção-Geral do Emprego e Relações do Trabalho divulgou que os despedimentos coletivos aumentaram quase 44% no segundo trimestre. Já foram dispensados 2906 trabalhadores, o número mais alto desde 2012.

Mário Mourão sublinha igualmente que são exigidas respostas e que levará a questão da requalificação profissional destes trabalhadores à concertação social.

Filipe Santa-Bárbara