Segurança

Falta de efetivos coloca em causa segurança dos militares da GNR

GNR ferido, Pinhal Novo Global Imagens/Álvaro Isidoro

A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda considera que a segurança dos militares da GNR está em risco. Um alerta que chega depois da morte de um guarda esta noite.

«Há postos da Guarda Nacional Republicana em que o comandante de posto é o comandante dele próprio e há patrulhas só com dois homens a fazer dois concelhos no Interior do país. Isto passa-se todos os dias», denuncia José Alho.

Em declarações à TSF, o presidente da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda apela, por isso, a um «umento de efetivos na guarda», acrescentando que os elementos que «estão em idade ainda de prestar serviço» não devem «estar nos serviços administrativos e burocráticos».

Nesta altura, acrescenta, há «cinco mil efetivos a menos» e defende que o «quadro de civis devia ser maior» para assegurar o trabalho administrativo.

O alerta de José Alho na sequência da morte de um militar da GNR, esta madrugada, no Pinhal Novo. O sequestro num restaurante terminou com a morte de duas pessoas: o militar da GNR e o sequestrador, que foi abatido.

Redação