Sociedade

Falta de seguro em Albufeira "é lição de vida para todos"

Luis Forra / EPA

O Ministro da Administração Interna diz que é cedo para falar de declaração de calamidade pública devido às cheias, afirma que a Proteção Civil trabalhou bem e avisa para a necessidade de todos os comerciantes terem seguro.

Durante uma visita à baixa de Albufeira, o ministro da Administração Interna, Calvão da Silva defendeu que é preciso "esperar que o levantamento [dos prejuízos] seja feito pela autarquia" e só depois, caso os requisitos de calamidade se verifiquem, "poderá ser acionada a lei".

O governante considera que "a Proteção Civil funcionou com os níveis adequados" para enfrentar uma "força da natureza com uma fúria demoníaca".

Segundo o governante, "há muita gente que diz que já acionou os seus seguros" porque as "as pessoas já estão hoje muito conscientes de que há outros mecanismos para além dos auxílios estatais".

"Isto é uma lição de vida para todos nós", defendeu o ministro.

"Cada um tem um pequeno pé de meia, em vez de o gastar a mais aqui ou além, paga um prémio de seguro", adiantou.

Questionado sobre o que poderão fazer os comerciantes que não têm seguro, Calvão da Silva insistiu: "aprendem em primeiro lugar que é bom reservar sempre um bocadinho para no futuro ter seguro".

Redação