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Mais fiável do que o polvo, inteligência artificial quase não falhou. Más notícias para Portugal

Polvo Paul © Direitos Reservados

Foi há precisamente um mês que a Electronic Arts pôs o seu algoritmo a refletir sobre o Mundial da Rússia. E que tal correu? Nada mal. Um sucesso que não augura nada de bom para Portugal.

Apesar de ter acertado em quase tudo, ainda há uma réstia de esperança para a seleção nacional. Tudo graças ao escandaloso falhanço nos prognósticos relativos à Alemanha. Para a inteligência artificial do FIFA 18 a seleção da Manuel Neuer iria ser uma duas finalistas. Grande erro, já que, como sabemos agora, a Alemanha nem da fase de grupos passou.

Outro falhanço nas previsões? A passagem da Costa Rica aos oitavos. Nesse grupo, quem passou foi a Suíça.

Mais abaixo, no Grupo H, outra prova que a bola de cristal da Electronic Arts só funciona bem às vezes. Segundo este prognóstico, a Polónia deveria ter ido para casa derrotada pela Bélgica (2-0), nos oitavos de final, mas nada mais errado. Os polacos não passaram da primeira fase.

E no entanto há grupos em que acertou em cheio. Portugal em segundo e Espanha em primeiro? Certíssimo. Rússia e Uruguai? Também. E o mesmo aconteceu com Dinamarca e França, e Argentina e Croácia. Tudo bateu certo, até as posições em que ficaram. A passagem da Inglaterra, da Bélgica e Colômbia também estavam previstas.

É por isso que agora até nos daria jeito que no jogo de amanhã a Inteligência Artificial baixasse a taxa de sucesso.

É que o tal jogo que a Bola de Cristal da Electronic Arts já tinha previsto, o Portugal - Uruguai, nesta simulação acaba mal para os portugueses. O algoritmo diz que a seleção nacional perde por duas bolas a uma.

Rui Tukayana