Cultura

Paredes de Coura: amor sem perdição

José Coelho/ EPA

A próxima edição do festival acontece de 14 a 17 de Agosto de 2019.

A organização do festival Paredes de Coura diz ter razões para estar feliz: "Foi o festival com menos intervenções de sempre do nosso posto médico", garante o diretor João Carvalho.

A 26 ª edição do festival termina este domingo com os Arcade Fire.​​​​​​, uma banda que revelou ter preocupações com a segurança do público no evento. Os autores de Néon Bible e Suburbs trazem quatro camiões de material e uma equipa com mais de cinquenta pessoas.

Destacando as atuações de Skepta, Shame, Blazeve Marlon Williams, o diretor do festival confessa que estava "receoso" por apostar e "arriscar no hip-hop".

Num festival com área de restauração renovada e níveis de satisfação do público superior a 9 numa escala de um a dez (de acordo com o estudo de satisfação anunciado pelo principal patrocinador, a Vodafone), o Paredes de Coura teve 1300 livros descarregados gratuitamente, sendo o Amor de Perdição, de Camilo Castelo-Branco um dos mais descarregados.

As russas Pussy Riot marcaram o final da penúltima noite e deram um toque político raro na história de 26 anos de Paredes de Coura.

Os Dead Combo atuaram na última noite do festival, agarrando mais de 25 mil para ouvir o álbum Odeon Hotel e outros do duo formado por Tó Trips e Pedro Gonçalves.

A próxima edição do festival acontece de 14 a 17 de Agosto de 2019.

Ricardo Alexandre