O Centro Português de Fotografia será, a partir de hoje, o fiel depositário de cerca de 82 mil espécies fotográficas do extinto Arquivo de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian.
O Centro Português de Fotografia (CPF) será, a partir desta segunda-feira, o fiel depositário de cerca de 82 mil espécies fotográficas do extinto Arquivo de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian.
O protocolo que determina o depósito do espólio fotográfico no CPF é assinado na Cadeia da Relação do Porto, às 18:00, pelo Ministério da Cultura e a Fundação Calouste Gulbenkian.
Nos termos do protocolo, as cerca de 82 mil espécies fotográficas ficam, com carácter permanente, depositadas no CPF, a quem competirá a sua preservação, conservação, disponibilização para consulta e divulgação nacional e internacional.
Entre o espólio, destaque para as colecções dos irmãos Mário e Horácio Novaes, que exerceram a actividade de fotógrafos, em Lisboa, em meados do século XX.
Da colecção de Mário Novaes serão colocados no CPF cerca de 20 mil negativos e quatro mil provas, a cor e preto e branco.
De Horácio Novaes serão depositadas cerca de 38 mil negativos e 7500 provas, também a cor e a preto e branco.