Desde 1998 que salvam o mundo com doçura e inteligência. As abelhas mutantes Bubbles, Blossom e Buttercup, criadas por Craig McCracken e a passar na «Cartoon Network», são as novas heroínas norte-americanas.
«Mais uma vez, o dia foi salvo pelas Powerpuff Girls». Bubbles, Blossom, e Buttercup respondem à chamada sempre que o perigo espreita em Townsville e, desde 1998, salvam o mundo com doçura e inteligência.
Criadas por um engenheiro genético, o professor Utonium, aquilo a que se pode chamar um cruzamento da abelha Maia com os «anjos de Charlie», estão a tornar-se as heroínas dos pré-adolescentes norte-americanos.
Uma ruiva, uma loira e uma morena combatem, por exemplo, extraterrestres disfarçados de bróculos, numa das criações de Craig McCracken, cartonista de 29 anos, para a «Cartoon Network».
Com um público-alvo entre os dois e os 11 anos, o fenómeno conseguiu surpreender tudo e todos, com as Powerpuff Girls a tornarem-se as preferidas de um público maioritariamente masculino e a conseguirem audiências de mais de 2 milhões de pessoas, com reflexos óbvios nas vendas.
O CD da banda sonora, que conta com nomes como Devo, Apples in Stereo e Bis, chegou ao número um da Billboard para crianças e, durante o Verão, esteve oito semanas no topo de vendas das bandas sonoras.
Só as licenças de «merchandising» já movimentaram 350 milhões de dólares (mais de 75 milhões de contos) e as Powerpuff Girls também já se aliaram ao Game Boy Color.