"Uma voz peculiar, cheia de força e de soul: era essa a alma e o ADN de Aretha"

Aretha Franklin the "Queen of Soul," performs during the "VH1 Divas 2001: The One and Only Aretha Franklin" tribute Tuesday, April 10, 2001, in New York. The special tribute will also feature Mary J. Blige, Jill Scott, Cella Cruz, Marc Anthony and Kid Rock. (AP Photo/Suzanne Plunkett)
AP
As reações de três amantes de música à morte da rainha da soul. Aretha Franklin morreu esta quinta-feira aos 76 anos.
"Aretha passeou-se pelo jazz, pelo blues, mas foi na soul que marcou a História da música popular anglo-americana". É assim que Mário Dias, autor do programa da TSF Zona Groovy, explica o percurso da rainha do soul que morreu esta quinta-feira, aos 76 anos, de cancro do pâncreas.
Para o melómano, Aretha tinha uma voz muito peculiar, cheia de força, cheia de soul: "Era essa a alma e o ADN de Aretha Franklin."
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O tema Respect é uma das músicas mais conhecidas da artista que, na opinião de Mário Dias, "irá ser recordada para sempre como a grande voz negra que quer na música, quer socialmente exigia sempre respeito."
Com uma voz única e uma presença marcante, Aretha inspirou artistas de todo o mundo e a cantora Marta Ren não é exceção: "Claro que a Aretha Franklin - como a Nina Simone e como outras cantoras - é um grande ícone da música soul e é muito importante. Deixou um legado enorme e muito rico. Nós - quem faz música negra e quem gosta de soul - só temos que ter a preocupação de respeitar esses legados que são deixados por estes artistas."
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Maria João lembra as interpretações "maravilhosas, magníficas, poderosas com delicadeza e músculo" de Aretha, interpretações que não seriam possíveis sem " uma voz incrível, magnífica, ampla e volumosa".
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"Sempre que a ouvia punha o rádio mais alto", remata Maria João.